sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Novo iPod Nano com Multi-Touch


O novo iPod Nano é praticamente uma nova versão do iPod Touch. O novo modelo sofreu uma grande alteração no seu design e tecnologia. Possui uma tela multi-touch de 1,54 polegadas, com uma resolução de 240 x 240 pixels.

Porém, uma diferença em relação ao iPod Touch é que ele tem uma retina display e a sua densidade é menor.

Dentre outras mudanças, estão a tela touch screen, em substituição aos botões e seu novo display, com apenas 4 itens. Ele também está mais leve e menor (42% mais leve e 46% menor) e, até o momento, não permite a instalação de novos aplicativos além dos que já vêm pré-instalados.

Sua bateria dura até 24 horas e as cores disponíveis são: amarelo, prata, azul, verde, preta, rosa e vermelha. No Brasil, estarão disponíveis as versões de 8GB e 16GB, com o preços de R$549,00 e R$649,00, respectivamente. Os aparelhos já estão disponíveis para venda na Apple Store brasileira.

Nós achamos o novo iPod Nano muito legal, pois além de ser mais bonito, apresenta mais uma nova tecnologia. Porém, uma coisa que não gostamos nele é o impedimento de baixar jogos diferentes dos que já vêm nele.


Maria Victoria, Mariana e Renata Lorena.



quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Apartheid

Estamos desenvolvendo um trabalho sobre o Apartheid na disciplina de História Afro-Brasileira. O professor deu como tarefa a apresentação de um documentário que está sendo desenvolvido em grupos.

Quando nos referimos ao Apartheid com o significado de "vidas separadas", em africano, nos referimos a um regime político de segregação racial que deixou profundas marcas na história da África do Sul, principalmente por causa do preconceito racial. Na apartheid existiam leis básicas como: a proibição do casamento entre brancos e negros, lugares que negros não podiam frequentar, criação de bairros só para negros (bantustões), proibição do uso de instalações públicas e um sistema de educação diferenciado para brancos e negros.

Nós achamos bastante interessante esse trabalho, porque é um assunto muito relevante e não possuíamos tanto conhecimento. O projeto nos fez perceber que nesse regime político o preconceito racial (brancos, uma minoria africana, que oprimia a maioria de negros, através da segregação) foi reforçado deixando várias marcas na África do Sul de hoje e demonstrando o porquê de ocorrerem problemas como a discriminação.

Acreditamos que o Apartheid foi bastante prejudicial para a África do Sul, porque com esse regime segregacionista os negros sofreram bastante com a ausência de direitos, com a discriminação e o preconceito escancarado, deixando marcas irreparáveis na sociedade atual.

Com o projeto proposto tivemos a oportunidade de conhecer os grandes líderes políticos que deram a vida para combater o Apartheid. Um dos principais líderes contra o Apartheid foi Nelson Mandela, que passou a vida lutando pelos direitos de igualdade e liberdade.

Redator: Christine

Revisor: Marcelo

Ilustrador: Nathália

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Agenda - 9º Ano - B (Setembro)

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Adriana, Amanda e Camila.

Agenda - 9º Ano A (Setembro)

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Alexandre, Arthur e João Pedro.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Harry Potter


Recentemente andei me interessando por uma série de sete livros. As pessoas me perguntavam por que eu os lia, já que eu já “sabia” toda a sua história, devido aos filmes já lançados e baseados na obra. Então rapidamente descobri a resposta: eu realmente não sabia toda a história... Na verdade, eu não sabia um terço dela! Atualmente estou no quinto dos sete livros da série, e vou contar alguns fatos que aconteceram pelo menos até o quarto livro.

Harry Potter, um garoto com poderes mágicos que perdeu seus pais com um ano de idade devido ao ataque de um bruxo das trevas, viveu com os tios que não gostavam dele até que, ao completar 11 anos, foi chamado para estudar na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Lá, fez seus melhores amigos, Rony e Hermione, e também alguns de seus inimigos, como Draco Malfoy.

Após algum tempo na escola, enfrentou muitos desafios. Por exemplo: no primeiro livro da série, Harry chegou a lutar contra Voldemort, o bruxo que matara seus pais. No segundo, enfrentou uma cobra gigante, o Basilisco. No terceiro, brigou com os Dementadores, criaturas que sugam a felicidade das pessoas. E, no quarto livro, participou de um torneio de bruxos da escola, em que novamente acabou se encontrando com Voldemort, que naquele momento estava muito mais forte.

Decidi ler a série após perceber que os filmes deixavam “buracos” na história, que acabavam criando dúvidas. Como pude observar desde então, existem várias coisas que são muito melhor explicadas pelos livros e que não aparecem nos filmes.

E o melhor de tudo: a história de Harry Potter acabou incentivando a minha leitura (e já fazia muito tempo que eu não lia um livro por vontade própria). Agora, estou até disposto a ler bem mais livros após terminar a série.


Redator: Carlos

Ilustrador e Idealizador do Texto: Rodrigo


quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Agenda da Turma - 9º Ano B (Agosto 2010)

Clique na imagem para ampliar

Beatriz, Ana Victoria e Ana Carolina

Agenda da Turma (9º Ano A) - AGOSTO








Agosto

Data

Disciplina

Atividade

4/ago

Aniversário

Carolina Z.

6/ago

Estudos Afro

Apresentação

Inglês

English Day

10/ago

Geografia

Reunião

11/ago

Geografia

Apresentação

13/ago

Estudos Afro

Apresentação

16/ago

Aniversário

Joana D.

17/ago

História

Avaliação

Geografia

Apresentação

20/ago

Estudos Afro

Apresentação

Inglês

English Day

27/ago

Aniversário

Manuela S.

Inglês

English Day

Estudos Afro

Apresentação


Observações:

Em relação às apresentações de Estudos Afro-Brasileiros e de Geografia, os grupos deverão seguir a sua posição para a ordem de apresentação do trabalho (grupo 1 apresenta primeiro. Em seguida, o grupo 2, etc.).

Os encontros de English Day são apenas reuniões com os respectivos grupos e professores para a montagem do mesmo.

Amanda, Ana e Shanti

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Bullying

O Bullying é o ato de ameaçar as pessoas, uma manifestação de violência física ou psicológica.

Nosso grupo acha que geralmente crianças e adolescentes com dificuldades de resolver problemas e falta de desenvoltura social são as que mais estão em risco de se envolverem em bullying, seja como vítimas ou ‘bullies’ (aqueles que cometem o ato de bullying). Mas aqueles com problemas acadêmicos são mais propensos a perpetrar a violência. E as pessoas que não tem uma família estabilizada e que não possuem uma boa relação com os pais também.

Meninos são mais propensos ao bullying que as meninas. Tanto as vítimas quanto os ‘bullies’ são, normalmente, indivíduos com habilidades bastante ruins de resolução de problemas no âmbito social. E também pode se observar que o desempenho acadêmico desses indivíduos pode indicar se eles projetarão sua violência e frustrações em outros indivíduos, se tornando os “agressores”.

Há hoje em dia programas de intervenção que focam a ideia principal no afastamento dos bullies dos seus ambientes tradicionais (mudando de classe ou horário na escola, por exemplo). As intervenções mais positivas, entretanto, são aquelas que além de focar os bullies também focam na conscientização e na intervenção em programas amplos, envolvendo alunos, pais e professores.

Para saber mais sobre as pesquisas que estão sendo feitas sobre esse assunto, clique aqui.

Christine, Marcelo Júnior e Nathália.

Duas boas dicas musicais pra você se divertir

BARBATUQUES

Você já ouviu a canção Barbapapa’s Groove, executada pelo grupo BARBATUQUES? Se ainda não, não deixe de assistir ao vídeo. Vale a pena!!!

Barbatuques é uma banda brasileira bem diferente. É impressionante como ao invés de guitarra ou bateria usa o corpo para fazer sons, os quais isolados podem ser extremamente desinteressantes, mas, se ouvidos juntos, formam uma música muito legal. Recomendamos!


Aprenda a tirar alguns sons de seu próprio corpo.



Smash Mouth

A canção “Allstar” conta a história do baterista da banda Smash Mouth. Ele diz que, quando menor, seus amigos e parentes não o apoiavam a ser baterista, pois achavam que ele não teria futuro exercendo essa função. Mas ele não desistiu, continuou querendo ser uma estrela do rock americano. Então se juntou com uns amigos do colégio, que tinham talentos como o dele, e juntos formaram a banda Smash Mouth.

Você deve estar se perguntando o que isso tem a ver com a letra da música, não é? Só na primeira parte e no estribilho da canção já dá para perceber o que há em comum. Veja:

primeiros versos:

Alguém me disse uma vez o mundo está me fazendo girar
Não é a ferramenta mais afiada no galpão

refrão:

Agora você é um All Star, comece seu jogo - vai jogar
Agora você é uma estrela de Rock, faça o show em – receba o pagamento

E tudo que reluz é ouro
Só estrelas cadentes quebram o molde

http://www.youtube.com/watch?v=yDpkB_GPMvI


Aqui vai a letra da canção:


All star

Somebody once told me the world is gonna roll me
I ain't the sharpest tool in the shed
She was looking kind of dumb with her finger and her thumb
In the shape of an "L" on her forehead

Well the years start coming and they don't stop coming
Fed to the rules and I hit the ground running
Didn't make sense not to live for fun
Your brain gets smart but your head gets dumb

So much to do so much to see
So what's wrong with taking the back streets
You'll never know if you don't go
You'll never shine if you don't glow

Hey now you're an All Star, get your game on - go play
Hey now you're a Rock Star, get the show on - get paid
And all that glitters is gold
Only shooting stars break the mold

It's a cool place and they say it gets colder
You're bundled up now but wait 'til you get older
But the meteor men beg to differ
Judging by the hole in the satellite picture

The ice we skate is getting pretty thin
The waters getting warm so you might as well swim
My world's on fire how about yours
That's the way I like it and I never get bored

Hey now you're an All Star, get your game on - go play
Hey now you're a Rock Star, get the show on - get paid
And all that glitters is gold
Only shooting stars break the mold

Hey now you're an All Star, get your game on - go play
Hey now you're a Rock Star, get the show on - get paid
And all that glitters is gold
Only shooting stars

Somebody once asked could you spare some change for gas
I need to get myself away from this place
I said yep what a concept
I could use a little fuel myself
And we could all use a little change
Well the years start coming and they don't stop coming
Fed to the rules and I hit the ground running
Didn't make sense not to live for fun
Your brain gets smart but your head gets dumb
So much to do so much to see
So what's wrong with taking the back streets
You'll never know if you don't go (go)
You'll never shine if you don't glow

Hey now you're an All Star, get your game on - go play
Hey now you're a Rock Star, get the show on - get paid
And all that glitters is gold
Only shooting stars break the mold
And all that glitters is gold
Only shooting stars break the mold

Redator: Matheus

Revisores: Felipe e Wolfgang

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Pequenas histórias para fugir do estresse do cotidiano e viajar na imaginação...

TEXTO 1

PRODUZIDO POR Daniela Sampaio

Shangrilá

"Na noite de estreia do circo

vai completa toda a família.

Vai completa, e só quando volta

se vê que incompleta da filha."


Era uma noite tecida com chamas estonteantes, se não mágicas, de forma que, inevitavelmente, iam buscar no âmago daquela pequenina de olhos azuis ou verdes os seus mais bem talhados sorrisos. Ela nunca sentira assim. Ela sequer se permitira sentir assim. Em todo seu nicho irresistível, aquele abismo escuro e convidativo de sensações lhe dizia que, dali a um passo, não haveria volta que se pudesse dar. Agora era tarde - ela já tinha pulado.

E, por mais e mais, deixava-se perder naquele mar de cores que a preenchiam e a possuíam, fundindo-se em uma só partícula de ser; o desejo de voar mais alto.
Não via mais o bilheteiro, não mais o baleiro, nem o moço angustiado com o brinquedo preto na mão. Nada importava. Toda a engrenagem do seu diafragma agora estava ali, naquela tenda de magia e barulho muito alto para que ouvisse qualquer outro apelo a sua atenção.

Vez ou outra, sons esganiçados chegavam aos seus ouvidos, imagens que andavam apressadas diante de seus olhos... Nada que a desviasse; nada que a impedisse. Era como se o mundo estivesse a sua espera.

E, num piscar, deu-se o ruído. Irrevogável.

Houve um espaço antes que sentisse o ar novamente. A menina abriu os olhos. Era uma noite tecida com chamas estonteantes, se não mágicas, de forma que, inevitavelmente, iam buscar no âmago daquela pequenina de olhos azuis ou verdes os seus mais bem talhados sorrisos. Grande como nunca.


Era o paraíso perdido.

Depois de ler esse texto, você deve ter percebido que, para compreendê-lo, precisa saber o que é eufemismo, metáfora e saber usá-los. Além disso, é bom ter um vocabulário diversificado! Brincadeira! :D Entendendo o que se passa na história, não importa se se sabe muito ou não para achá-la interessante e criativa.


TEXTO 2

REDAÇÃO PRODUZIDA POR Anna Victória Amorim

Ao ler a próxima narrativa, realmente nós viajamos no tempo e na imaginação. Conseguimos enxergar a história, o cenário e os personagens agindo na nossa frente.

Entre ficar ou morrer

1986. Mal raiava o dia, e o sol já parecia escaldante. A paisagem que se via era uma seca intensa, a vegetação esparsa e o gado desnutrido. Estamos em Cajazeiras, interior da Paraíba, em pleno verão. O lugar era dominado pela escassez, pois estava há mais de um mês sem chuvas.

Os habitantes daquele pequeno município estavam sofrendo intensamente com as conseqüências do clima semi-árido dominante, que abrangia toda a região. Estava eu dentre aquelas crianças que mais sofriam com a miséria. Além disso, minha família não tinha condições de pagar o aluguel da nossa humilde casa e muito menos de conseguir arcar com a minha educação e a de meus dois irmãos. Não que eu fizesse questão, porque eu tinha apenas cinco anos, mas eu adoraria ter tido a oportunidade de ter freqüentado a escola primária.

Meus pais, Maria do Carmo e José Cleonâncio, se casaram cedo e esse casamento foi fruto de uma promessa de ambas as famílias. Com muito sacrifício conseguiram alugar uma casa onde fomos criados. Formara-se então a família Silva. Meu pai era lavrador e minha mãe ajudava como costureira da nossa vizinhança. O tempo foi passando e a região parecia cada vez mais vítima do clima que lhe era predominante e não havia quantidade suficiente de carros-pipas para abastecer Cajazeiras.

Foi nessa situação que, em 1986, minha família decidiu sair daquela visível situação de pobreza e ganhar a vida na cidade grande. Maria queria muito ir para uma cidade do próprio nordeste, porém José Cleonâncio acreditava que em São Paulo haveria maiores possibilidades de emprego. Passou-se um mês de decisões, até que em 15 de fevereiro desse mesmo ano, nós tomamos rumo à grande São Paulo.

Até chegarmos ao nosso destino, pegamos paus-de-arara, ônibus e caronas com caminhoneiros. Mesmo sem muito notar, meus irmãos, que eram mais velhos que eu, compreendiam que a nossa saída da Paraíba não tinha acontecido por livre e espontânea vontade, mesmo assim estavam dispostos a trabalhar como operários com meu pai nas indústrias da cidade.

Ao pisar oficialmente naquela imensa cidade, seguimos em busca de hospedagem. No início, tivemos dificuldade para achar bom pouso, até que finalmente entramos em uma pensão simples no centro da cidade e tivemos condições de nos hospedar nela. Nos dias que se seguiram, meus pais passavam o dia fora à procura de emprego e, ao final do dia, chegavam com dois pães para dividir entre nós. Discussões entre eles se tornaram frequentes, uma vez que minha mãe Maria não se conformava, pois achava que ir para algum lugar nordestino teria sido melhor.

1995. Pouco havia mudado e eu já bem entendia que a situação estava de mal a pior. José apenas conseguia pequenos empregos. Do Carmo trabalhava como doméstica enquanto eu e meus irmãos vendíamos doces em ruas movimentadas.

Meus pais quase não viam a gente, pois vez ou outra dormíamos na porta de igrejas. Foi em 20 de agosto desse ano que algo terrível aconteceu: uma chacina na frente da igreja em que estávamos. Era noite e estava tudo escuro e foi nesse momento que surgiu uma gangue de garotos delinqüentes armados. Foi tudo tão rápido que eu só ouvia tiros. Quando me dei conta, eu estava com um de meus irmãos, porém percebi claramente que jamais veria o outro. Aquilo foi muito duro conosco, mas não havia tempo para lamentações. O melhor que podíamos fazer era seguir nosso destino e talvez, algum dia, voltarmos para nossa terra.